|
Os
vinhos da França
por
Pascal Ribéreau-Gayon*
janeiro de 2001
A existência
do vinho remonta à mais longínqua antigüidade.
Basta esmagar a uva para que surja espontaneamente uma ebulição,
ligada a uma liberação de gás carbônico,
o meio se aqueça e se desencadeie a fermentação.
Comparado
ao suco de uva, o vinho apresenta uma certa estabilidade, graças
à presença do álcool; em certa medida, é
possível conservá-lo e mesmo transportá-lo.
Os homens sempre apreciaram o consumo do vinho, sobretudo, talvez,
por causa do efeito euforizante do álcool. Mas também
encontraram no vinho, mais que em qualquer outro produto de sua
alimentação, uma hierarquia e uma diversidade de
qualidade que permitia elevar as harmonias olfativas e gustativas
ao nível de uma arte, como a harmonia dos sons ou das cores
é o fundamento da arte da música ou da pintura.
Esses vinhos
antigos eram certamente muito diferentes de nossos vinhos contemporâneos
e mais próximos das "aguapés" de hoje.
Mas o que interessa mais é constatar a importância
do vinho nas civilizações antigas, perfeitamente
traduzida nos ritos da religião católica.
Esta situação
se haveria de perpetuar ao longo dos séculos, com a constante
preocupação de aumentar a qualidade, que se desenvolveria
em duas direções, perfeitamente complementares:
por um lado, a seleção dos melhores meios físicos
(terrenos, clima) nos quais o vinhedo dá as melhores uvas,
e por outro o controle das práticas culturais e técnicas
de vinificação. Por muito tempo este empenho de
busca do progresso técnico escorou-se quase exclusivamente
na observação empírica. O desenvolvimento
das ciências químicas e biológicas na segunda
metade do século XIX teve na produção de
vinhos de qualidade um terreno de aplicação privilegiado,
e os cientistas franceses, seguindo o exemplo de Louis Pasteur,
desempenharam um papel de destaque no desenvolvimento das tecnologias
das vinhas e do vinho.
O período
contemporâneo tem sido marcado, particularmente na França
mas também em todo o mundo, por um interesse cada vez maior
pelo vinho. E é certo que este interesse pelo vinho, o
lugar que ocupa nos mercados, os escritos de que é objeto
e sua função cultural muito devem à melhora
de sua qualidade.
Mais que qualquer
outra, a viticultura francesa manteve-se fiel a esse reconhecimento
de terrenos e condições climáticas privilegiados,
valorizados por uma tecnologia eficiente. Embora seja respeitável
a concorrência dos outros países, a França
continua inquestionável quanto à produção
dos maiores vinhos; existe efetivamente uma concorrência,
que no entanto se manifesta nos vinhos de padrão intermediário.
Os diferentes tipos de vinho
(voltar
ao topo)
Por definição,
o vinho é "o produto obtido exclusivamente pela fermentação
alcoólica, total ou parcial, de uvas frescas, esmagadas
ou não, ou de mosto de uvas". A fermentação
alcoólica corresponde à transformação
do açúcar da uva em álcool e gás carbônico;
ela é provocada pela levedura, cogumelo microscópico
depositado pelos insetos nas uvas enquanto amadurecem. Hoje conhecemos
uma outra fermentação: a fermentação
malolática corresponde à degradação
do ácido málico por determinadas bactérias,
com uma diminuição da acidez que suaviza o paladar;
ela é indispensável para os vinhos tintos, e menos
generalizada no caso dos vinhos brancos. Em função
de diferentes fatores, entretanto, os produtos com ela obtidos
podem ser sensivelmente diferentes.
Os vinhos
brancos e os vinhos tintos diferenciam-se pela cor e a estrutura
taninosa destes últimos. Estas características devem-se
à natureza dos tipos de uva (cépage), mas também
à intervenção da maceração
das peles no sumo em fermentação. Sem esta maceração,
pode-se obter um vinho branco a partir de uma uva negra (Pinot
de champagne). Os vinhos tintos representavam apenas 43% da produção
nacional em 1950 e chegam hoje a mais de 70%.
Os vinhos
secos contêm menos de 4 g/l de açúcar ; abrangem
a totalidade dos vinhos tintos e a maioria dos vinhos brancos.
Os vinhos açucarados ou vinhos doces contêm quantidades
variáveis de açúcar (entre 10 e 80 g/l),
que contribuem para seu equilíbrio gustativo. São
obtidos sem adição de álcool. A produção
dos vinhos doces requer uvas muito maduras, ricas em açúcares,
que só em parte são transformados em álcool
pela fermentação. A intervenção na
uva de um cogumelo, Botrytis cinerea (putrefação
nobre), permite o superamadurecimento e a obtenção
de uma grande qualidade, com uma excepcional riqueza em açúcar.
Ao contrário dos vinhos doces, os vinhos licorosos (vinhos
doces naturais tintos e brancos) são obtidos por adição,
durante a fermentação ou depois, de álcool
neutro, de aguardente de vinho, de mosto de uva concentrado ou
de uma mistura desses produtos.
Por oposição
aos vinhos tranqüilos, os vinhos espumosos ou vinhos efervescentes
caracterizam-se por produzirem, ao abrir-se a garrafa, uma emanação
de gás carbônico, cuja pressão é da
ordem de 6 bars e deve decorrer imperativamente de uma segunda
fermentação. No "método da Champanhe",
esta segunda fermentação (geração
de espuma) é produzida na garrafa definitiva; ela proporciona
uma qualidade ideal, em decorrência de envelhecimento em
garrafa obrigatória, após limpeza dos corpos estranhos,
para eliminar o depósito de levedura. Se a segunda fermentação
é feita em cuba, antes do engarrafamento, fala-se de "método
de cuba fechada" ; é um método menos oneroso,
que entretanto não proporciona a mesma qualidade.
A
diversidade da qualidade (voltar
ao topo)
Os vinhos
de mesa correspondem aos antigos "vinhos de consumo corrente
" ou "vinhos comuns ". A legislação
européia prescreve-lhes exclusivamente um grau alcoólico
mínimo de 8,5% vol. ou 9% vol., de acordo com a região
geográfica. Nesta categoria desenvolvem-se rapidamente,
entretanto, os "vinhos de região" (vins de Pays),
que se caracterizam pela individualização em função
de seu local de produção. Atualmente, os vinhos
de região representam aproximadamente metade do total dos
vinhos de mesa, que por sua vez representam a metade da colheita
total.
Enquanto os
vinhos de mesa clássicos não se referem a um tipo
de uva específico, os vinhos regionais indicam os tipos
de uva da qual procedem. Todos os vinhos que se referem a um tipo
de uva também são comercializados, portanto, com
o nome principal de sua origem. Este procedimento especificamente
francês afirma a importância da origem sobre a tipicidade
de uma determinada uva, ao contrário do que acontece em
outros países vitícolas, que consideram que o tipo
de uva constitui o elemento primordial de individualização
dos vinhos.
Este conceito
de origem é ainda mais essencial no caso dos vinhos de
Denominação de Origem Controlada (Appellation d'origine
controlée - AOC), que constituem, juntamente com os "Vinhos
Delimitados de Qualidade Superior " (VDQS), a aplicação
à viticultura francesa da legislação européia
sobre os Vinhos de Qualidade Produzidos em Regiões Determinadas
(VQPRD). São submetidos a regras de controle estabelecidas
pelos próprios produtores, sob o controle do poder público,
especificando a zona vitícola, os tipos de uva e os modos
de cultivo da vinha, os rendimentos da colheita, as técnicas
de vinificação e os critérios analíticos.
Pode-se proceder ainda, anualmente, a uma degustação
de aprovação individual, atestando que os vinhos
dos diferentes produtores apresentam o nível qualitativo
exigido. Os vinhos AOC são produzidos a partir de um ou
vários tipos de uva, estabelecidos nas regras de controle.
Salvo no caso da Alsácia, entretanto, o nome do ou dos
tipos de uva não deve constar da etiqueta.
O sistema
AOC constitui uma peça-chave do sistema vitícola
francês, manifestamente invejado por muitos outros países.
Baseia-se numa longa prática, que identificou ao longo
dos séculos as melhores zonas aptas à cultura da
vinha e os tipos de uva mais adaptados. Os países de viticultura
mais recente não tiveram tempo de efetuar um trabalho tão
completo e aprofundado, preferindo identificar seu vinho apenas
pelo tipo de uva.
O conceito
de AOC impôs-se no início do século XX, em
decorrência de catástrofes naturais (míldio,
filoxera) e crises econômicas. Estas situações
acarretaram fraudes das quais os viticultores foram as principais
vítimas. Desse modo, eles se organizaram para defender
juntos seu patrimônio comum. A instituição
de um sistema como este foi difícil. Mas o sucesso do sistema
das AOC é evidente, pois elas somam aproximadamente 350
nos diferentes vinhedos da França. O Instituto Nacional
das Denominações de Origem (INAO) incumbe-se de
aprovar as condições de produção e
fiscalizar o respeito da regulamentação.
Também
se fala, em matéria de produção vinícola,
de "vinhos de solo" (cru) e "vinhos de castelo"
(château). Os crus correspondem aos terrenos mais excepcionais,
que produzem vinhos marcados por uma forte tipicidade; em geral,
requerem vários anos de envelhecimento em tonel, inicialmente,
e posteriormente em garrafa, para chegar a seu apogeu. Foram eles
que fizeram a fama de nossos grandes vinhos; neste sentido, são
os motores da economia vitícola, tendo permitido que crus
mais modestos ficassem conhecidos e fossem apreciados. Mas a menção
do cru que consta da etiqueta não está submetida
à mesma regulamentação em todas as regiões.
Na Borgonha, os grandes crus e os primeiros crus são de
propriedade de vários viticultores. O célebre Clos-de-Vougeot
é um grande cru que se estende por 50 hectares, sendo propriedade
de 70 vinhateiros. Na Gironda, um cru é propriedade individual.
Château-Lafite-Rothschild é um primeiro cru classificado
de grande prestígio, comportando 100 hectares de vinha
com proprietário único. A utilização
dos nomes "Château" é reservada aos vinhos
de Denominação de Origem Controlada; no caso dos
vinhos vinificados em adegas cooperativadas, é necessário
atestar que as uvas provêm exclusivamente da vinícola
em questão. Esta menção é mais ou
menos utilizada, segundo as regiões.
Cabe mencionar,
finalmente, a existência de "vinhos de marca ".
Eles podem ser vinhos de mesa ou vinhos de AOC. Derivada da junção
de vinhos de várias propriedades de uma mesma origem, a
marca permite uma seleção rigorosa e volumes substanciais
para alimentar os mercados importantes, com uma qualidade constante.
No caso dos vinhos menos prestigiosos que os grandes crus, os
vinhos de marca evidentemente têm o seu lugar ao lado dos
vinhos de propriedades; estes por sua vez são mais individualizados
em relação a uma origem, mas seu índice de
produção mais acanhado os reserva a mercados específicos,
não lhes permitindo adquirir uma fama universal.
O Champanhe
constitui um exemplo típico dos vinhos de marca de grande
notoriedade. Esta região compreende uma única identificação,
com vinhos diferentes pelo tipo de uva e de terreno. A partir
desses diferentes vinhos, cada Casa produz suas próprias
marcas, com base em critérios comerciais que lhe são
próprios.
Uma outra
menção habitualmente utilizada, mas com sentidos
diferentes, é a de "primeurs" [recém-produzidos].
Os "vinhos primeurs", dos quais o mais famoso é
o "Beaujolais nouveau", são vinhos comercializados
em garrafa e consumidos algumas semanas após a vindima,
pois já neste estágio alcançam um ponto qualitativamente
ideal. A "venda en primeur" diz respeito aos vinhos
que estarão prontos para consumo em vários meses,
mas que são comercializados no ano que se segue ao da colheita,
antes mesmo de seu engarrafamento e entrega aos comerciantes.
O mercado dos grandes vinhos de Bordeaux é muito afeito
a este tipo de comercialização; ele permite aos
viticultores uma rápida remuneração, para
garantir o funcionamento de sua propriedade; e dá aos negociantes
expectativa de mais-valia, necessária para garantir a viabilidade
comercial.
A
produção francesa de vinho
(voltar ao topo)
Com uma superfície
plantada em vinhas de cerca de 950.000 hectares e uma produção
de 50 a 60 milhões de hectolitros (6,7 a 8 bilhões
de garrafas), a França é, ao lado da Itália,
o maior produtor de vinhos do mundo. A tabela abaixo mostra a
repartição da produção de 1999 ; ao
lado da importância dos vinhos tintos, um fato significativo
é o aumento dos vinhos AOC, que hoje representam 51% da
produção, contra 37% há 10 anos.
A produção
francesa de vinho em 1999
(em milhões de hectolitros)
Vinho de
Denominação de Origem Controlada
Tintos e rosados: 17,9
Brancos: 8,5
Total: 26,4 (51%)
Vinho de
mesa com menção de vinho de região [de Pays]
Tintos e rosados: 13,4
Brancos: 2,8
Total: 16,2 (31%)
Vinho de
mesa sem menção de vinho de região
Tintos e rosados: 6,8
Brancos: 2,4
Total: 9,2 (1)
(18%)
Total
Tintos e rosados:
38,1 (73%)
Brancos: 13,7 (27%)
Total: 51,8 (2)
(100%)
A produção
mundial é da ordem de 280 milhões de hectolitros.
Entre 1990 e 1991, o percentual da Europa passou de 79 a 74%,
e em conseqüência o do resto do mundo, de 21 a 26%.
No mesmo período, o percentual da produção
francesa passou de 23 a 21% da produção mundial.
Apesar do desenvolvimento da vinha nos países do Novo Mundo,
a França mantém uma posição privilegiada;
mas estes dados devem ser interpretados com prudência, considerando-se
as novas plantações que aumentarão a produção
nos Estados Unidos e na Austrália. A concorrência
dos vinhos estrangeiros é importante, em vista da tendência
à diminuição do consumo mundial, que não
acompanha o aumento da produção.
O essencial
do mercado de vinho (80%) encontra-se na Europa; a França
representa 25% das trocas comerciais. Mas o percentual dos vinhos
provenientes do Novo Mundo passou de 8 a 17% em 10 anos. Na produção
francesa, 35 milhões de garrafas são consumidas
no país e 15 milhões são exportadas. Dois
terços das exportações destinam-se aos países
da União Européia. O outro terço é
enviado para os Estados Unidos, o Canadá, o Japão
e a Suíça. Os vinhos de AOC respondem por 55% das
exportações em volume, e por 83% em valor.
Simultaneamente,
as importações, essencialmente de vinhos de mesa
provenientes da Itália e da Espanha, representam apenas
5 milhões de hectolitros. Globalmente, o comércio
do vinho registrou um excedente de 18 bilhões de francos
em 1993, o qual passou a 34 bilhões de francos em 1999,
o equivalente a 56% do excedente total da balança comercial
agro-alimentar (61 bilhões de francos).
As
profissões do vinho (voltar
ao topo)
Em muitos
países, o vinhateiro é um agricultor, que cultiva
a vinha e produz uvas que transfere a uma empresa de tipo agroalimentar,
a qual promove a transformação em vinho e a comercialização.
Na França,
tradicionalmente, o vinhateiro se incumbia, além da cultura
da vinha, da primeira transformação da uva em vinho.
Em seguida, o vinho bruto era comprado por um negociante encarregado
de acompanhar o envelhecimento do vinho, que refinava o produto,
eventualmente providenciava as misturas necessárias e o
comercializava. Graças aos avanços da enologia,
hoje em dia até mesmo as pequenas propriedades são
capazes de se desincumbir do engarrafamento, propiciando ao consumidor
maior garantia quanto à origem.
Acredita-se
que são em torno de 150.000, na França, os produtores
que comercializam o seu vinho. Alguns são independentes,
outros estão integrados a uma adega cooperativada. As adegas
cooperativadas foram criadas na década de 1930 com o objetivo
de ajudar os pequenos produtores a superar as dificuldades econômicas
da época. O alcance de sua penetração varia
muito segundo as regiões; elas concentram 46% da produção
vitícola francesa.
A venda pode
ser feita pelo viticultor independente ou pela adega cooperativada,
a granel, para um negociante que envelhece o vinho, engarrafa-o
e o utiliza para a confecção de suas marcas. Pode
ser feita também em garrafas, diretamente pelo produtor,
para uma clientela particular, e as adegas cooperativadas desenvolveram
amplamente esta opção. Finalmente, os negociantes-distribuidores
promovem a difusão dos grandes vinhos engarrafados pelo
mundo inteiro, graças a suas redes comerciais.
Na França,
cerca de um terço da distribuição para os
consumidores é feita através da venda em supermercados,
um terço pelo pequeno comércio especializado e um
terço pelas vendas diretas dos produtores. Os corretores
são outros intermediários indispensáveis
à venda vitivinícola, garantindo o acompanhamento
e o bom resultado das transações. Os enólogos
e especialistas em viticultura são responsáveis
pelo controle técnico das operações vitícolas
e vinícolas.
No todo, somando-se
os viticultores, os assalariados das 2.500 empresas de comercialização
e de mais de 800 cooperativas, são cerca de 200.000 pessoas
vivendo diretamente das profissões ligadas ao vinho.
O mercado
do vinho não segue regras econômicas simples. O preço,
naturalmente, é função da lei de oferta e
procura, com uma defasagem que pode chegar de 1 a 100, de acordo
com o prestígio da origem e a qualidade. Os preços
têm de levar em conta os custos de produção
e precisam ser harmonizados entre os diferentes países
produtores. E pelo menos no que diz respeito aos vinhos de uma
certa reputação, o preço também é
função da qualidade da safra. O preço é
função ainda da situação econômica,
e em especial do tamanho dos estoques eventualmente existentes.
Graças
à qualidade de seus terrenos e também ao desempenho
de suas técnicas vitivinícolas, constantemente aperfeiçoadas,
a França pôde até agora enfrentar os desafios
do desenvolvimento da produção de vinho em vários
países do Novo Mundo. Continua mesmo a ser a referência
indiscutível na produção dos maiores vinhos.
Se algumas dúvidas existem quanto ao futuro, dizem respeito
antes ao consumo insuficiente em relação à
produção, em escala mundial.
O interesse
pelo vinho nos últimos anos levou a um considerável
aumento dos preços dos maiores vinhos. É algo que
podemos lamentar, naturalmente, pois atualmente eles só
são acessíveis a uma minoria. Mas é preciso
levar em conta também que se trata de produtos excepcionais,
que podem ser comparados a obras de arte, e cuja produção
é limitada; eles são conhecidos no mundo inteiro
por um número suficiente de amadores dispostos a comprá-los,
mesmo por preço elevado. E por sinal esta situação
permite promover vinhos menos prestigiosos, e que no entanto são
de excelente qualidade, a preços mais acessíveis.
Existem atualmente vários guias de compra publicados anualmente
e que informam os consumidores sobre a qualidade e os preços
dos principais vinhos produzidos na França.
Aprofunde
sua pesquisa: (voltar
ao topo)
Atlas Hachette des vins de France
Hachette,
Paris, 2000.
Ribéreau-Gayon (Pascal) e Dovoz (Michel),
Guide Pratique
du vin,
Hachette, Paris, 1997.
Le Guide
Hachette des vins 2001,
Hachette, Paris, 2000.
Sur les
chemins des vignobles de France,
Sélection du Reader's Digest, Paris, 1984.
Les vins
de France,
Dormonval, Lucerne (CH), 1991.
Ribéreau-Gayon
(Pascal ),
Le vin
- Que sais-je ?
Presses Universitaires de France, Paris, 1991.
(1) Na realidade,
os vinhos de mesa sem menção "vinho de região"
são mais importantes, pois alguns não reivindicam
esta menção, à qual teriam direito.
(2) A esta produção total cabe acrescentar 11,1
milhões de hectolitros de vinho destinados à produção
de Cognac e Armagnac.
|